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FALANDO NOVAMENTE AO POVO, JESUS DISSE: ''EU SOU A LUZ DO MUNDO. QUEM ME SEGUE NÃO ANDARÁ EM TREVAS, MAS TERÁ A LUZ DA VIDA. JOÃO 8:12

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SÓ O SENHOR JESUS SALVA

CURA, LIBERTA E TRANSFORMA VIDAS

JESUS TE AMA

OLÁ SEJAM TODOS BEM -VINDO VOCÊ É MUITO ESPECIAL JESUS TE AMA

quarta-feira, 7 de março de 2018

HORA GOSPEL TUDO PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR

BACHAREL  EM DIREITO COM PARALISIA CEREBRAL  É EXEMPLO DE MOTIVAÇÃO NAS PRAIAS DO RIO DE JANEIRO
Leonardo com a mãe


Debaixo de um guarda-sol com listras em tons de azul na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, Leonardo Mello anuncia em voz alta: “Olha a água gelada!”. Dificilmente seu esforço passa despercebido. Leo, como é mais conhecido, tem paralisia cerebral. Ele trabalha como vendedor ambulante há um ano e meio para tentar bancar um sonho: formado em Direito, quer fazer curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Aos 47 anos, Leo trabalha em um ponto do calçadão a poucos passos do apartamento conjugado em que mora com a mãe e a cadela Pandora, adotada por ele há quatro meses.
O lugar onde vivem faz as vezes de depósito. Dois carrinhos com isopor ocupam o apertado corredor de entrada. Os livros de Direito estão encaixotados, e as estantes foram tomadas por garrafas d’água, latas de refrigerante e cerveja e outras mercadorias que Leo vende na praia.
“Por causa da falta de recursos, não tenho como estudar. Mas estou ainda em busca, não desisti”, diz. Nascido em Anápolis, Goiás, Leo começou a cursar faculdade no Rio em 2005. A mãe voltou a morar com ele recentemente e o ajuda a tomar conta da barraca na praia.
Ruth Valderez sabia que o filho poderia ter um desenvolvimento comprometido antes mesmo do nascimento. Quando estava grávida de cinco meses, ela tomou um tiro na altura do coração que atravessou o pulmão. O autor do disparo foi o próprio marido, que tinha violentas crises de ciúme após beber. Na época, Ruth tinha 24 anos. Estava casada há quatro e tinha outros dois filhos. “Os médicos propuseram um aborto quando verificaram que eu estava grávida. Mas não aceitei, porque entendi que estava preparada para o filho que viesse. Ele tem saúde e tem as suas limitações. A gente foi convivendo e crescendo com isso. Ele foi superando as limitações e hoje é uma pessoa capaz de viver sozinha e se sustentar.”
O pai, que ficou preso por cerca de um ano, nunca procurou conhecer Leonardo. Ruth criou os três filhos sozinha, com a ajuda da família.
REBELDIA  NA INFÂNCIA  E  ADOLESCÊNCIA


Leonardo monta a cavalo com criança no colo
Image captionApaixonado por andar a cavalo, Leonardo prestou vestibular para Veterinária | Foto: Arquivo Pessoal
Diagnosticado com paralisia cerebral leve, Leo teve sequelas na coordenação motora que provocam movimentos involuntários e dificuldade para andar e falar. Também teve perda auditiva severa em ambos os ouvidos.

Ele estudou em uma escola para crianças com necessidades especiais até os médicos atestarem que sua capacidade mental não havia sido afetada. Leo se alfabetizou aos dez anos em Goiânia, para onde a família havia se mudado em busca de um melhor tratamento para o caçula.
“A paralisia cerebral me trouxe, no começo, uma rebeldia, uma revolta. Quando eu via as crianças brincando de pique-esconde, eu sempre era o ‘carta branca’. Ou seja, eu não podia brincar. Eu era excluído”, relembra.
“Quando cresci, comecei a perceber os olhares… Eu sofri muito bullying na escola. Sofri muita discriminação, muito preconceito. Na adolescência, eu queria namorar, mas não conseguia.”
Leo terminou os ensinos fundamental e médio com muita dificuldade, pela falta de agilidade em copiar a matéria e dificuldade de ouvir o que era dito em sala de aula. “Às vezes o professor não tinha muita paciência. Mas eu sempre chegava em casa e revia as matérias”, diz.


Leonardo na formatura
Image captionFrustrado com o curso de Turismo, Leonardo trocou de faculdade e formou-se em Direito | Foto: Arquivo Pessoal”Eu era muito dedicado e queria aprender. Eu queria ser uma pessoa independente, livre. Então a minha vontade ajudou muito a minha caminhada.”

Com orgulho, conta que fugiu de casa em 1991 para ir ao Rock in Rio. Foi a muitos outros shows com o irmão, que organiza festivais de música no Centro-Oeste.
Apaixonado por andar a cavalo, Leo decidiu prestar vestibular para Veterinária. Não passou e acabou optando por sua segunda opção na época: Turismo.”Com o decorrer do curso, eu fui percebendo que era uma área que discriminava muito os deficientes, porque o Turismo trabalha muito com a aparência”, explica.
“Eu me senti frustrado, me senti pra baixo. Mas aí eu reagi e mudei de curso. Eu me mudei para São Paulo e comecei a fazer Direito.”

CARREIRA  JURÍDICA: FRUSTRAÇÃO E SONHO
Com a mãe recém-aposentada, os gastos com a faculdade particular se tornaram insustentáveis. Depois de um ano estudando em São Paulo, Leo conseguiu uma bolsa de 70% na UniverCidade (faculdade que deixou de existir em 2014), no Rio.
Com direito a passagem interestadual gratuita por ser deficiente, ele pegava a estrada três vezes por semana para assistir às aulas. “Eu saía de São Paulo à meia noite e chegava de manhã no Rio. Ia para a aula, ficava até de noite na faculdade e voltava para São Paulo. Fiz isso durante um ano,” explica.
“Eu comecei a ter um rendimento acadêmico baixo, muitas dores de coluna por causa das poltronas dos ônibus. Como não tinha dinheiro para comer, eu trazia lá de São Paulo um pão com queijo que a minha mãe preparava e ficava só com um lanche o dia inteiro. Mas a dificuldade me ensinou muita coisa… Me ensinou que, mesmo as coisas sendo difíceis, a gente consegue. Então isso me motivou mais ainda a viver e a correr atrás.”
Leo continuou nesse ritmo até se acidentar um dia ao descer as escadas da faculdade. Ele quebrou a tíbia, passou por uma cirurgia e precisou trancar o curso enquanto se recuperava na casa da avó em Goiás.


Leonardo na praia de Copacabana
Image captionA princípio, Leonardo tinha vergonha de trabalhar como ambulante, mas hoje orgulha-se do que faz














Foi neste período que decidiu se mudar para o Rio de Janeiro. Alugou um apartamento conjugado no mesmo prédio em que vive hoje e morou sozinho durante dez anos.

Após a formatura, em 2011, Leo trabalhou por quatro anos em uma empresa de telecomunicações, onde fazia protocolos de pedidos judiciais de quebra de sigilo telefônico. Foi dispensado em uma demissão em massa – está há mais de dois anos sem emprego.
“Existe uma discriminação velada. Existem leis que obrigam empresas a contratarem pessoas com deficiência, só que elas contratam, mas não procuram conhecer a capacidade desse indivíduo. Colocam ele ali e pronto, cumpriram a lei. Ainda se tem que discutir muito essa questão do respeito ao indivíduo que tem limitação, mas que tem capacidade para desenvolver uma série de atividades”, diz Ruth.
VITÓRIA  CONTRA  A  DEPRESSÃO
Frustrado por não conseguir continuar os estudos e atuar na área em que se formou, Leo teve depressão. Ao vê-lo isolado e triste, sua irmã sugeriu que reagisse e fosse vender balas nas ruas para ter alguma renda. “Fiquei pensando: ‘Ai, mas que vergonha… Um bacharel em Direito sair por aí vendendo balinha? Que decadência’. E comecei a sofrer mais ainda com isso. Porque quando você se forma, você quer status. Você quer melhorar. E quando você vê que toda aquela batalha que você fez… Nadou, nadou para não chegar a lugar nenhum. Isso me deixava triste,” explica ele.
Até que um dia decidiu ir para as ruas. Usou os R$ 40 que a mãe havia dado como presente de Natal para comprar uma caixa de isopor onde cabiam dez garrafas d’água. Começou a vender em um cruzamento enquanto o sinal estava fechado, mas passou a sentir muitas dores nos pés por ter que andar rápido entre os carros.
Precisou, então, juntar dinheiro para comprar uma barraca para trabalhar no calçadão. Com a ajuda da sobrinha, que na época tinha 13 anos, estampou em camisetas, chapéus e caixas térmicas: “Água do Leo – GELAAADA”.


Leonardo com a mãe
Image caption Leonardo voltou a morar recentemente com a mãe, que o ajuda a tomar conta da barraca na praia | Foto: Arquivo Pessoal

“Ele procura ser mais que um vendedor de água. Ele não é só um ambulante, é um microempresário. Ele pensa no cliente, escolhe o melhor produto, pensa na higiene, personaliza esse atendimento e procura servir o cliente da melhor forma possível”, diz a mãe.
Leo rapidamente ganhou a simpatia de outros trabalhadores da orla, como o gari e rapper João José Luiz Júnior, conhecido como Jota Jr, que o filmou para um vídeo que se tornou viral.
Ele conta com a parceria de guardas municipais para manter seu ponto de venda na orla, enquanto tenta se regularizar. Mas não desiste do sonho de ter uma carreira jurídica.
Além de juntar dinheiro para se preparar para o exame da OAB, Leo ajuda a mãe a pagar dívidas e espera poder comprar um novo par de óculos. Muito arranhados, os que usa atualmente causam fortes dores de cabeça. O aparelho auditivo que tem – e que conseguiu apenas para um dos ouvidos – também está defasado. “No inicio, eu me sentia humilhado. Hoje não, hoje eu tenho orgulho. Por mais humilde que seja a minha barraquinha, pelo menos estou conseguindo atingir meu ideal, que era trabalhar e ocupar o meu tempo. Eu me sinto realizado, mas não completamente, porque a gente nunca se satisfaz. A gente sempre quer mais e mais.”
Alexandrepfilho Via Sara Nossa Terra







CULTO  DE  QUEBRA  DE  MALDIÇÕES  DESTA TERÇA-FEIRA (06.03)  ''A METODOLOGIA  DE  DEUS  É ESSA, ELA TE PEGA PEQUENO E TE FAZ GRANDE''
No Culto de Quebra de Maldições desta terça-feira (06), Bispo Robson Rodovalho falou sobre a metodologia de Deus. Ensinou que, quando nós entendemos os métodos de Deus fica mais fácil aceitarmos as circunstâncias da vida. “Normalmente nós pensamos que Deus nos dá milagres prontos, mas eles não vem prontos, vem como sementes. ”
Ao utilizar o texto de Salmos 105:12-22 afirmou: “Talvez você se sinta na vida como um forasteiro, que está de alguma maneira fraco, não para em um trabalho, vive em busca de um companheiro, está se sentindo frágil e como aquele povo do livro de Salmos, não tinha a sua terra. Mas gente grande não precisa de Deus. Quem precisa de Deus é gente pequena, fraca, frágil, é gente forasteira. Porque quem tem tudo e acha que as coisas estão sobrando acha que não precisa de Deus.”
O preletor pediu ainda aos presentes que não esperem o tempo passar para que sejam grande ou tenham heranças para depois caminhar, “você vai caminhar, você vai avançar mesmo pequeno, mesmo fragilizado e vai em cima da palavra que Deus te deu porque a metodologia de Deus é essa, ela te pega pequeno e te faz grande”.
Fonte: Sara Nossa Terra





FILME  DA  UNIVERSAL  PICTURES  DÁ  DESTAQUE  AO  PAPEL  DA  MULHER  NUMA VERSÃO  INÉDITA  DA  HISTÓRIA
                        Publicada em 07/03/2018
                        Redação Super Gospel
 
Na semana da comemoração ao dia internacional da mulher, 8 de março, muito se comenta sobre o papel feminino na sociedade atual. Cada ano que passa mais mulheres tomam posições nunca antes conquistadas nos âmbitos sociais, políticos e econômicos, dando ainda mais sentido ao porque da data ter sido criada, em 1977, pela Organização das Nações Unidas.

Sob o olhar inédito do diretor Garth Davis e das roteiristas Helen Edmundson e Philippa Goslett, o filme Maria Madalena, que estreia no próximo dia 15 de março traz uma mulher corajosa, temente aos ensinamentos de Cristo e que verá sua vida transformada após caminhar com Ele.

Mesmo contra sua família e a hierarquia social da época, Maria Madalena se torna uma discípula de Jesus e uma das líderes responsáveis por espalhar sua Palavra. Mesmo considerada uma das personagens mais incompreendidas da bíblia, agora, o público poderá conhecer essa história pela perspectiva feminina de uma das testemunhas oculares da ressurreição de Cristo e, principalmente, o antes e depois da personagem e sua verdadeira transformação quando decide seguir Jesus. Para Philippa Goslett, uma das roteiristas do filme, sua maior motivação era incorporar uma ótima feminina ao longa: “A ideia de ver a história de Jesus por um ponto de vista feminino estava na mudança que isso traria.”, conta.

Rooney Mara, atriz duas vezes indicada ao Oscar, é protagonista do filme. Para ela, que admitiu ter começado a olhar de uma forma mais carinhosa para a história após as filmagens, poder ver um filme exclusivamente sobre Maria Madalena é incrível. “Maria Madalena é conhecida em geral como uma prostituta, e isso não é verdade. O filme mostra de onde ela vem e quem ela é de verdade”, afirma a atriz.

Perdão, misericórdia e humanidade.

CEO da 360 WayUp, empresa que a ficou conhecida por participar de grandes projetos no mercado cristão cinematográfico, Ygor Siqueira conta que o filme Maria Madalena retrata a personagem como figura chave no ministério de Jesus. Ele, que assistiu ao filme na Universal Pictures há um mês, destacou pontos interessantes na história.

Além das atuações impecáveis dos atores, Ygor ressaltou que os ensinamentos encontrados no filme a respeito das mulheres são muito significativos. “Numa das cenas do filme, Jesus diz para as mulheres que elas possuem um espírito tão importante quanto de seus pais e maridos, logo, devem ser tratadas como um ser único, não subjugadas. Ele também ensina que elas devem obedecer a Deus e que devem aprender a perdoar. Algo que serve, é claro, não só para as mulheres, mas para a época, você percebe com isso um Jesus muito amoroso com todos, independente de quem fosse.”

Ygor ainda destaca que Maria foi um instrumento nas mãos de Jesus para alcançar outras mulheres na época. “Jesus, como sempre muito sábio, fez com que Maria fosse alguém em quem as mulheres pudessem se inspirar e confiar, gerando assim identificação e propagação da Sua palavra através das mulheres.”.

Além da brilhante atuação de Rooney Mara, Maria Madalena traz Joaquin Phoenix interpretando Jesus, Chiwetel Ejiofor no papel de Pedro e, para Judas, Tahar Rahim completando elenco. A direção fica a cargo de Garth Davis, do indicado ao Oscar “Lion – Uma Jornada para Casa”.

 
Sinopse – Maria Madalena (Mary Magdalene)

Maria Madalena, uma das figuras mais enigmáticas e incompreendidas da bíblia. O antes e o depois da mulher que encontrou em Jesus uma nova maneira de viver. Desafiada pela própria família e hierarquia social da época, Maria (Rooney Mara) decide seguir a Jesus até Jerusalém, se tornando assim, discípula e uma das responsáveis por espalhar seus ensinamentos.
Fonte: Super Gospel

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