SURFISTAS DE CRISTO LEVAM E O EVANGELHO ÀS PRAIAS DO BRASIL
A missão Christian Surfers International, sediada na Austrália está presente em 35 países, inclusive no Brasil. Alguns Surfistas de Cristo acumulam títulos, como o americano C.J. Hobgood, campeão do circuito mundial em 2001.
Possivelmente a mais conhecida é Bethany Hamilton. Aos 13 anos, a havaiana foi atacada por um tubarão, que lhe tirou o braço esquerdo. Mesmo assim, ela continuou competindo em alto nível. Sua história de fé e superação virou filme e livro. Em 2014, foi campeã da competição em Pipeline.
Em diversas praias brasileiras, os missionários do “Surfistas de Cristo” usam os conceitos bíblicos para orientar os praticantes do surf. Os bancos da igreja são trocados pela areia da praia, mas a mensagem vinda da Bíblia continua presente.
No litoral de São Paulo, os ex-atletas profissionais Marcos Santos e Tadeu Pereira usam sua experiência de vida e no esporte para testemunhar sobre como o relacionamento com Deus os mudou. O movimento, focando no discipulado individual, já reúne cerca de mil atletas em sete Estados brasileiros (Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Alagoas, Pernambuco e São Paulo). Eles explicam que não querem divulgar uma igreja evangélica, embora seus integrantes frequentem várias delas.
Além da pregação, eles promovem ações práticas que se remetem à estreita relação do esporte com a natureza. Fazem campanhas para manter a limpeza das praias, separar o lixo reciclável, não destruir as vegetações rasteiras que mantêm o equilíbrio ecológico, denunciar esgoto a céu aberto e não entrar de carro na areia das praias.
“Muita gente do surfe usa drogas e tem uma vida desregrada. Eu vivi o outro lado também, com comemorações exageradas e bebedeira. Você pode celebrar com os amigos, mas com moderação. Não seguimos apenas regras religiosas, mas princípios que nos mantêm saudáveis”, explica Santos, graduado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte, no Recife (PE). Conforme Pereira, que é pastor da comunidade Semear: “Ser Surfista de Cristo é amar pegar a onda, mas não se esquecer do criador das ondas”.
Versão brasileira
A versão nacional do movimento Christian Surfers International começou em 1989, nas praias de Olinda, Pernambuco. A primeira geração foi a do hoje pastor Tadeu, campeão paulista 1999, vice-campeão brasileiro em 2000 e vencedor de uma etapa do circuito internacional. Também fazem parte dela os campeões brasileiros Jojó de Olivença e Renato Galvão.
Entre os destaques da leva atual é o paulista Filipe Toledo que hoje está na Austrália disputando o Campeonato Mundial.
Com 14 anos, o futuro parece estar nas mãos de Diego Aguiar. Tricampeão paulista (2013, 2015 e 2017) e vice-campeão brasileiro no ano passado, ele afirma que seu sonho é estar na elite mundial.
Alexandrepfilho Via Sara Nossa Terra
Fonte: gospelprime
HEZBOLLAH LANÇA VIDEOGAME SOBRE A GUERRA NA SÍRIA CONTRA O ESTADO ISLÂMICO
Destinado a maiores de 12 anos, jogo é centrado em combate ao Estado Islâmico. Conflito já deixou mais de 340 mil mortos
Com uma arma curta e várias granadas, Ahmed passa de uma batalha a outra em território sírio. Ele é o herói de um videogame sobre a guerra na Síria, concebido pelo movimento xiita libanês Hezbollah e lançado nesta quarta-feira (28) em Beirute.
O movimento islamita, que luta na Síria junto ao poder de Bashar al-Assad contra rebeldes e extremistas, organizou uma cerimônia nos arredores de Beirute, seu reduto, para apresentar o jogo, intitulado “Defesa sagrada – Proteger a pátria e os santuários religiosos”.
O game reflete “a experiência do Hezbollah na Síria”, afirma à ‘France Presse’ um de seus criadores, Hasan Allam, da unidade de meios eletrônicos do movimento. O departamento já idealizou outros jogos relacionados com a ação do Hezbollah contra Israel em território libanês.
“A ideia nasceu a partir de acontecimentos reais sobre o terreno, tanto na Síria como na fronteira sírio-libanesa, e no Líbano”, acrescenta.
O jogo começa com a entrada de seu herói, Ahmed, no santuário de Sayeda Zeinab, um importante lugar sagrado do xiismo situado nos arredores de Damasco e que abriga o mausoléu de uma das netas do profeta Maomé.
O santuário é bombardeado pelos rebeldes e Ahmed, que aparece usando uniforme militar, pega em armas para se unir a seus irmãos de combate no campo de batalha.
Por meio das diferentes etapas do jogo, seus programadores escolheram se centrar, principalmente, no grupo Estado Islâmico (EI), embora a inscrição de sua bandeira preta tenha ficado esfumada.
Visando sua comercialização, o videogame aponta especialmente para os simpatizantes do movimento xiita libanês. O objetivo, explica Allam, é permitir que os jogadores entendam “o que aconteceu e o que faziam os combatentes que se ‘sacrificaram'”.
Para maiores de 12 anos
As batalhas do videogame se tornam cada vez mais complicadas à medida que passam as telas, até chegar à fronteira libanesa, na região de Al-Quseir, onde o Hezbollah admitiu em 2013 ter lutado contra facções insurgentes, muito antes do auge do grupo EI.
O jogo termina com a batalha de Ras Baalbeck, onde o Hezbollah e o Exército libanês travaram duas ofensivas distintas para expulsar o grupo EI de um enclave montanhoso libanês que conquistou na fronteira síria.
Esta batalha terminou no verão de 2017 com a derrota dos extremistas, cujos últimos combatentes foram evacuados para regiões da Síria que fugiam ao controle do governo.
Em uma sala de recreação da periferia sul de Beirute, Husein Mhanna testa o novo videogame do Hezbollah, pensado para maiores de 12 anos.
“Não sei de onde os tiros vêm!”, exclama o rapaz de 25 anos, grande fã dos videogames, mas que, no entanto, não conseguiu passar do nível 2. Ele assegura que gostou do jogo, acrescentando que “queria atirar contra todo mundo”.
Aliado do Irã e muito influente na vida política libanesa, o Hezbollah é considerado por Washington um grupo “terrorista”. Oficialmente, ele participa da guerra na Síria desde 2013.
Principalmente graças a este apoio e ao da força aérea de Moscou, o governo de Bashar al-Assad, que não estava indo bem diante dos rebeldes e extremistas, conseguiu reforçar posições no conflito sírio.
A guerra no país, que começou em 2011 por conta de uma revolta contra o governo de Bashar al-Assad, já deixou mais de 340 mil mortos e milhões de deslocados e refugiados.
Alenxandrepfilho Via Verdade Gospel.
Fonte: G1
LUCIANA MORATO CONTA COMO DEUS REALIZOU O SONHO DO SEU CASAMENTO E EMPREGO
O casamento é o momento desejado e esperado por muitos casais. Há muitas coisas envolvidas e um alto investimento para que todo o planejamento de cerimônia e festa seja atingido com sucesso. Mas o que fazer quando se quer casar e não se tem condições? Essa era a realidade de Luciana Morato e seu noivo, na época. Quando decidiram ficar noivos ela estava desempregada e o noivo estava recebendo o benefício do INSS, pois havia machucado o joelho, ficando impossibilitado de trabalhar.
Quando tomaram a decisão de noivar, o casal juntou a equipe e assim fez a sua célula. “A gente decidiu que ia casar, marcamos a data, mas nós não tínhamos condições nenhuma de casar. Toda célula que a gente fazia, dávamos o testemunho pela nossa aliança, para que pudêssemos comprá-la. Deus foi tão fiel que conseguimos comprar as nossas alianças pela metade do preço”.
Logo após, o casal foi abençoado com todas as coisas necessárias para a formalização da união. “Ganhamos também todos os nossos móveis, a lua de mel e quando voltamos minha mãe tinha feito as compras pra nossa casa. E para completar ainda mais a nossa alegria, em seguida nós dois conseguimos emprego”, conta.
Fonte: Sara Nossa Terra
O MAIOR VILÃO SOU EU SUCESSO NA VOZ DE SARAH BEATRIZ
| Publicada em 01/03/2018 Redação Super Gospel |
A Graça Music disponibilizou no seu canal do Youtube o clipe da canção "O maior vilão sou eu", sucesso na voz da cantora Sarah Beatriz. A direção do clipe é assinada por Felipe Dias. Compre produtos de Sarah Beatriz na loja virtual Gospel Goods
Fonte: Super Gospel

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