O
ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, concedeu entrevista coletiva neste
sábado (24) para atualização do cenário epidemiológico da pandemia de
covid-19 no Brasil. Ao veículos de comunicação, ele citou que a pasta
vem registrando, ao longo dos últimos dias, uma tendência de redução dos
diagnósticos de infecção pelo novo coronavírus e, por consequência, uma
diminuição na pressão sobre o sistema de saúde do país.

"O que, consequentemente, nos dá uma
diminuição da pressão em relação a insumos como, por exemplo, insumos
utilizados nos kits de intubação, de oxigênio”, destacou Queiroga.
Segundo o ministro, no próximo dia 30, a
pasta participa de uma coletiva de imprensa internacional que
deve discutir o cenário mundial da pandemia e as medidas adotadas pelo
governo brasileiro para conter a disseminação do vírus.
Confira na íntegra:
Recursos
Dois dias após o presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionar a
Lei Orçamentária de 2021, Queiroga declarou que o ministro da Economia,
Paulo Guedes, lhe assegurou que não faltarão recursos para financiar a
saúde pública.
“Temos sempre um bom diálogo com o ministro
Paulo Guedes, que me assegurou que não faltariam recursos para a saúde”,
disse. A resposta do ministro à pergunta de um jornalista foi
complementada pelo secretário-executivo da pasta, Rodrigo Otávio Moreira
da Cruz, que destacou a possibilidade de aporte financeiro específico
para o enfrentamento à pandemia, via crédito extraordinário.
“Existe o compromisso do Ministério da
Economia de, em eventual necessidade de ampliação do nosso orçamento via
crédito extraordinário para o enfrentamento à pandemia, isto será
realizado. Enfim, o Orçamento foi aprovado pelo Congresso. A gente vai
se submeter à lei orçamentária e executar nossas políticas ordinárias de
saúde respeitando a lei sancionada pelo presidente.
O Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional
e sancionado pelo presidente prevê a destinação de cerca de R$ 157
bilhões para o Ministério da Saúde – montante inicial inferior aos cerca
de R$ 210 bilhões destinados à pasta em 2020, quando considerados os
recursos adicionais à proposta orçamentária inicialmente aprovada.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Paula Laboissière
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